domingo, 13 de abril de 2014

Materiais/5 sentidos - Sensação do toque

Materiais/5 sentidos - toque


Bola anti-stress

É preciso:

- Balões
- Funil
- Vários materiais (farinha, açucar, areia, arroz, ...)
- Tesoura

O que fazer:

- Enfiar o funil no bico do balão e encher com 1 dos materiais até ficar com o tamanho de 1 bola de ténis (puxar pelo balão para alargar ou encher e esvasiar o balão)
- Dobrar o pescoço do balão
- Cortar o pescoço ao segundo balão e enfiar no outro balão
- Fazer o mesmo com outros materiais

Observações esperadas:

- A bola mantém a forma com que se lhe dá (como se fosse plasticina)
- Materiais diferentes comportam-se de maneira diferente (toque diferente, moldam-se mais facilmente ou de forma mais dificil, fazem sons diferentes)

Porquê:

- Quando são comprimidos os grãos dos materiais ficam 'presos' uns nos outros, e o balão impede que 'escorreguem' e ajuda a modelar a forma da bola. Alguns materiais são mais fáceis de modelar, mais macios, porque os grãos são mais pequenos e mais fáceis de 'movimentar'

Informação a reter: Noção da sensação de toque e do efeito de materiais diferentes nessa sensação

sábado, 12 de abril de 2014

Matemática - Sólidos geométricos

Matemática


Porque é que as casas são quadradas?

  1. Vamos construir cubos e pirâmides?: experiência 1

  2. Equilíbrio vivo: experiência 2

 

Experiência 1: Vamos construir cubos e pirâmides?

É preciso:

- Espareguete
- marshmallows

O que fazer:

- Construir uma pirâmide usando espareguete como 'arestas' e marshmallows como vértices
- Construir um cubo
- Pressionar ambas as estruturas com força semelhante

Observações esperadas:

- O cubo parte-se muito mais facilmente que a pirâmide 

Porquê:

- A forma da pirâmide é uma estrutura mais forte porque no ponto de 'pressão' direciona a força em 4 direções (a força exercida é 'dividida' em 4)

 Explorar:

- Durante a construção 'explorar' o sólido, qual a forma da base, número de arestas, vértices, etc.
- Relacionar a forma dos sólidos/objetos com a sua função. Por ex: "Se a pirâmide é mais 'forte' porque é que as casas não são pirâmides?" - Com a mesma base, o cubo tem um volume maior que a pirâmide, e é preciso/preferível um 'espaço' maior para viver
- Procurar 'sólidos' em objetos do quotidiano
- Construir outros sólidos  
 
Informação a reter: Identificar alguns sólidos geométricos e alguns noções de elementos dos sólidos
 

Experiência 2: Equilíbrio vivo

É preciso:

- 4 crianças
- 4 cadeiras ou bancos (pés das crianças têm que ficar bem assentes no chão)

O que fazer:

- Dispor as 4 cadeirsa num 'quadrado', com as costas das cadeiras para fora
- Sentar crianças de lado, com pernas bem fechadas e pés bem assentes no chão
- Posicionar crianças de modo a que o tronco fique apoiado nas coxas dos meninos atrás deles
- Retirar cuidadosamente as cadeiras

Observações esperadas:

- Ninguém cai, mesmo sem bancos ficam todos na mesma posição

Porquê:

- O peso de uma criança é suportado pelas pernas de outra criança, criando uma situação de equilíbrio de forças, com uma 'construção' estável. Não é preciso 'colar' partes diferentes para criar uma construção estável

Explorar:

- Usar mais cadeiras e crianças, criando outras 'formas' para averiguar se também são estáveis
- Construir uma situação de desiquilíbrio, em que uma das crianças não tenha apoio (por exemplo, numa linha)
 
Informação a reter: Função dos vértices (apoios) numa estrutura, noção de estabilidade

terça-feira, 8 de abril de 2014

Tempo - Estados da matéria, ciclo da água

Tempo


A viagem da água

De onde vem a chuva?

  1. Os estados da matéria I: experiência 1

  2. Os estados da matéria II: experiência 2

  3. Como se formam as nuvens?: experiência 3

  4. De onde vem o vento?: experiência 4

  5. Extra - Chuva ácida: experiência 5

 

Experiência 1: Os estados da matéria I

É preciso:

- Água
- Gelo
- 4 recipientes (2 formas diferentes)

O que fazer:

- Pôr água num recipiente e gelo no outro
- Passar a água para outro recipiente com forma diferene e fazer o mesmo ao gelo
- Pôr um dedo na água e outro no gelo

Observações esperadas:

- A água muda de forma e o gelo não muda
- O gelo está mais frio que a água

Porquê:

- A água e o gelo são o mesmo material mas estão em estados diferentes, a água está no estado líquido e o gelo no estado sólido. As diferenças entre o estado líquido e sólido é que no estado sólido o materials está mais frio e a 'forma' não varia, no estado líquido a matéria está mais 'quente' e a forma adapta-se ao recipiente. A forma de passar do estado líquido para o sólido é arrefecer o material (solidificação). Por isso se põe a água no congelador para termos gelo, ou porque o gelo derrete quando sai do congelador (fusão)

Informação a reter: As diferenças entre estado sólido e líquido são a variação da forma e a temperatura. Passa-se de um estado para outro mudando a temperatura

Experiência 2: Os estados da matéria II

É preciso:

- Água
- Gelo
- Tina de vidro + vidro de relógio (ou uma panela com tampa de vidro)
- Placa de aquecimento

O que fazer:

- Pôr água na tina e aquecer na placa até ferver
- Tapar e esperar um pouco
-  Levantar tampa
- Voltar a tapar e pôr gelo na tampa

Observações esperadas:

- Quando se levanta a tampa surge uma nuvem de 'vapor' que se espalha. Quando se tapa e põe gelo, formam-se gotas de água na tampa que começam a cair

Porquê:

- A água quando aquece, evapora, passa do estado líquido para o estado gasoso. A 'nuvem' que se observa ao levantar a tampa é o vapor de água. A água e o vapor de água são o mesmo material, mas num estado diferente, a água está no estado líquido e o vapor de água está no estado gasoso. As diferenças entre o estado líquido e gasoso é que no estado líquido o material está mais frio e tem uma 'forma', no estado gasoso a matéria está mais 'quente' e não tem 'forma' (espalha-se no ar). A forma de passar do estado líquido para o gasoso é aquecer o material (evaporação). Por isso quando se aquece a água ela deita um 'fumo'. Quando se tapa com o gelo por cima, a tampa fica fria e arrefece o vapor de água, que passa para o estado líquido (condensação) e que depois 'cai' (precipitação). É desta forma que se forma a chuva, a água dos rios e mares evapora, arrefece em zonas mais altas, forma-se a condensação com a formação de nuvens e depois precipita. Se o arrefecimento é muito grande, passa para o estado sólido e em vez de chuva temos neve ou granizo

Informação a reter: As diferenças entre estado líquido e gasoso são a variação da forma e a temperatura. Passa-se de um estado para outro mudando a temperatura
 

Experiência 3: Como se formam as nuvens

É preciso:

- Frasco com tampa
- 50 ml água a ferver
- Spray de cabelo
- Gelo

O que fazer:

- Pôr a água quente no frasco
- Pôr a tampa ao contrário com umas pedras de gelo
- Esperar alguns segundos, levantar a tampa, deitar spray dentro do frasco e voltar a tapar

Observações esperadas:

- Forma-se uma nuvem. Ao fim de algum tempo,  levanta-se a tampa e pode ver-se a nuvem a escapar

Porquê:

- São precisas 3 condições para se formarem nuvens: ar com humidade, arrefecimento e núcleos de condensação (núcleos de condensação = patículas pequenas suspensas no ar, na experiência é o spray do cabelo, na natureza é o pó, polen, cinzas, etc.
- Quando se coloca a água quente no frasco, forma-se humidade no ar, que é arrefecida pelo gelo na tampa. O aerosol serve de núcleos de condensação que faz com que o vapor de água condense e forme pequenas gotas

Informação a reter: A formação de nuvens precisa de humidade, diminuição de temperatuda e núcleos de condensação

 Experiência 4: De onde vem o vento?

É preciso:

- Saco de chá (tem que ser daqueles que estão dobrados, para formar um tubo mais comprido)
- Tesoura
- Fósforos

O que fazer:

- Cortar o saco de chá e retirar o chá completamente (não podem ficar residuos) e com cuidado para não danificar o papel do saco
- Forme um tubo com o saco e pô-lo de pé
- Acender fósforo e queimar tubo por cima

Observações esperadas:

- O saco de chá arde com chamas , elevando-se no ar

Porquê:

- Quando o saco arde, o ar à volta aquece
- Como o ar quente é mais leve que o frio, desloca-se para cima levando o saco de chá que é muito leve
- É por causa das diferenças de temperatura no ar, com camadas frias e outras mais quentes que se forma o vento, que é o responsável pela deslocação das nuvens

Informação a reter:  O ar quente é mais leve que o ar frio, e as movimentações do ar devido às diferenças de temperatura é que faz surgir o vento

Experiência 5: Chuva ácida

É preciso:

- Couve roxa
- Água
- Panela
- Tigela
- 3 copos
- Vinagre
- Bicabornato de sódio

O que fazer:

- Cozer a cove roxa ~15 m (sem nenhum tempero)
- Retirar a água de cozedura para uma tigela
- Pôr vinagre num copo, água noutro e bicabornato de sódio (1 colher de sopa) com água no terceiro
- Juntar um pouco da água da cozedura da couve a cada 1 dos copos

Observações esperadas:

- As 3 soluções ficam com cores distintas

Porquê:

- O líquido da cozedura da couve tem uma substância que muda de côr conforme está na presença de  soluções ácidas, basicas ou neutras. Chama-se a estas 'substâncias' indicador. O vinagre é um ácido, a água é neutra e a água com bicabornato de sódio. É com a ajuda de indicadores que se consegue identificar a acidez.
- Alguma poluição faz com que se libertem 'ácidos' na atmosfera que se dissolvem nas gotículas de água. Quando chove a água em vez de ser neutra é ácida. A chuva ácida provoca estragos nos seres vivos e em edifícios

Mais:

-  Pôr vinagre num pedaço de giz e observar a corrosão que os ácidos podem fazer a 'edifícios'
- Juntar o vinagre com a solução com bicabornato de sódio e observar a reação química (e mudança de côr)

Informação a reter: Noção de acidez e efeitos das chuvas ácidas

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Matemática - Divisão 10, Medidas, Potências 10

Matemática


Para além da milésima, uma viagem à nano escala

Vamos explorar as noções de grandeza

  1. Vamos pesar: experiência 1

  2. Vamos medir o volume: experiência 2

  3. Vamos medir distâncias: experiência 3

  4. Extra - noção de densidade: experiência 4

 

Experiência 1: Do kilograma à miligrama (ou grama)

É preciso:

- Farinha
- 1 balança (pelo menos com sensibilidade para pesar gramas, com uma balança mais sensível pode ir-se até às miligramas)
- Papel de alumínio

O que fazer:

- Começar por pesar 1kg
- Ir reduzindo as pesagens por 10 vezes menos (1kg, 100 g, 10g, 1g, ...) em papel de alumínio e colocar as quantidades pesadas lado a lado

Observações esperadas:

- As quantidades vão ficando cada vez mais reduzidas

Explorar:

- Interagir com as crianças perguntando qual será a próxima quantidade
- Comparar 1 kg com 1 g e perguntar quanto é a soma (nem sempre 1+1 é igual a 2!)
Informação a reter: Noção das diferentes escalas de peso
 

Experiência 2: Do litro ao mililitro (ou décima de mililitro)

É preciso:

- Garrafa 1 l de água
- Água
- Seringas de plástico que meçam volumes (encontram-se em farmácias)
- Recipientes transparentes

O que fazer:

- Começar por medir 1l
- Ir reduzindo as medidas por 10 vezes menos (1l, 1dl, 1cl, 1ml, ...) e colocar nos recipientes lado a lado

Observações esperadas:

- As quantidades vão ficando cada vez mais reduzidas

Explorar:

- Interagir com as crianças perguntando qual será a próxima quantidade
- Comparar 1 l com 1 ml e perguntar quanto é a soma (nem sempre 1+1 é igual a 2!)

Informação a reter: Noção das diferentes escalas de volume

 Experiência 3: Viagem à nanoescala


É preciso:

- Fita métrica
- Régua
- Lápis

O que fazer:

- Começar por medir 1m e marcar com 1 lápis
- Ir reduzindo as medidas por 10 vezes menos (1 m, 1 dm, 1 cm, 1 mm, ...) marcando as medidas e coloca-las lado a lado
- Passar o vídeo 'Potências de 10' para ter uma noção de aumento de unidade de comprimento (1 dam, 1hm, 1 km, ...) e diminuição de unidade de comprimento (1 m, 1 dm, 1 cm, 1 mm, ...)
Potências de 10

Observações esperadas:

- Os comprimento vão ficando cada vez mais reduzidos/maiores

Explorar:

- Interagir com as crianças perguntando qual será a próxima quantidade
- Comparar 1 m com 1 mm e perguntar quanto é a soma (nem sempre 1+1 é igual a 2!)
- Conversar sobre as diferenças em tamanhos e os diferentes universos gerados pelas diferenças no tamanho

Informação a reter: Noção das diferentes unidades de comprimento e relação com potências de 10

Experiência 4: O peso e o volume são sempre iguais?

É preciso:

- Farinha
- Algodão
- Fio de cobre (cabo elétrico)
- 1 balança
- Papel de alumínio

O que fazer:

- Pesar 10 g dos diferentes materiais, colocando-os em papel de alumínio lado a lado

Observações esperadas:

- A mesma quantidade de materiais diferentes ocupa um espaço diferente

Porquê:

- Os materiais são constituidos por 'partes' mais pequenas (partículas, moléculas, ....) que podem estar mais próximas ou mais afastadas. Quanto mais 'próximas', menos espaço ocupam (caso dos metais), quanto mais 'afastadas' mais espaço ocupam (algodão). O espaço que uma certa quantidade de material ocupa chama-se densidade. Quanto mais denso for um material, menos espaço ocupa

Mais:

- Também se pode fazer experiências com a densidade dos líquidos

Informação a reter: Noção de densidade

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Corpo humano - Função reprodutora

Corpo Humano


Função reprodutora - Como é que um líquido protege o feto?

 

É preciso:

- Balão
- 12 peças pequenas lego
- 2 peças grandes lego
- 1 garrafa com água
- Cordel

O que fazer:

- Montar 2 torres com 6 peças pequenas lego e pôr 1 peça grande no topo de 1 torre
-  Pôr a torre incompleta mais a peça grande dentro do balão e montar a peça grande no topo
-  Encher balão com água e atar com cordel
-  Em cima de 1 mesa, pressionar ambas as torres com força semelhante até que 1 se parta

Observações esperadas:

-  A torre dentro do balão não se parte

Porquê:

-  Ao pressionar as 2 montagens, o balão deforma-se, protegendo a torre e permitindo suportar uma pressão maior
-  Na barriga da mãe, o feto flutua no líquido amniótico, mais protegido e sem sentir a força da gravidade. Assim pode mexer-se mais facilmente, como um astronauta no espaço
- Quando chega ao 9º mês e é hora do nascimento, o saco amniótico rompe-se e desencadeia o parto. É o que se chama “rebentar das águas”  

Informação a reter:  Dentro do saco amniótico o feto está mais protegido de embates

Corpo humano - Função excretora

Corpo Humano


Função excretora - O que acontece aos restos?

  1. Chichi aromático: experiência 1

  2. Uma longa refeição: experiência 2

  3. A temperatura da pele: experiência 3


Experiência 1: Chichi aromático

É preciso:

- Espargos cozinhados

O que fazer:

- Comer espargos

Observações esperadas:

- Mais tarde a urina vai ter um odor muito forte (pode ser ao fim de 15 minutos)

Porquê:

- Os espargos têm compostos sulfurosos (que têm um cheiro muito forte e desagradável). O corpo processa os espargos e elimina rapidamente aquilo que não precisa
- A eliminação é feita nos rins, passa pela bexiga e sai sobre a forma de urina

Informação a reter: A urina é umas das formas de eliminar o que o corpo não precisa, passando pela bexiga
 

Experiência 2: Uma longa refeição

É preciso:

- Açúcar
- Bacon
- Milho doce
- Tomate
- Cogumelos
- Aipo
- Beterraba

O que fazer:

- Cozinhar e comer os ingredientes

Observações esperadas:

- Observa-se restos dos vegetais nas fezes (demora 6 a 36h)

Porquê:

- A maior dos alimentos tem que ser processada pelo sistema digestivo, e aquilo que não precisa, como as fibras, passa para o intestino grosos e é eliminado através das fezes
- A eliminação pode demorar 36h!

Informação a reter: As fezes são os restos da digestão que o corpo não precisa

Experiência 3: A temperatura da pele

É preciso:

- Álcool
- Água
- Algodão
- 2 copos

O que fazer:

- Pôr água num copo e álcool no outro
- Imergir 1 algodão em álcool e outro em água
- Limpar um pulso com água e outro com álcool

Observações esperadas:

- O pulso molhado com água fica mais fresco

Porquê:

- O álcool evapora rapidamente e deixa a pele seca. A pele molhada com água ajuda a arrefecer a temperatura da pele
- O suor libertado pelo corpo serve para manter a temperatura constante. Por isso suamos quando está calor e quando corremos

Informação a reter: A pele liberta suor, não só para eliminar toxinas mas também para arrefecer o corpo

Corpo humano - Função respiratória

Corpo Humano

Função respiratória - A viagem do ar

  1. O ar existe?: experiência 1

  2. Precisamos de respirar?: experiência 2

  3. Para onde vai o ar?: experiência 3

  4. Qual o tamanho do meu pulmão?: experiência 4

  5.  Extra - Saúde - O efeito do tabaco: experiência 5

     

    Experiência 1: O ar existe?

    É preciso:

    - Balão
    - Garrafa vazia

    O que fazer:

    - Pôr o balão dentro da garrafa, com o bico preso no gargalo
    - Tentar encher o balão

    Observações esperadas:

    - O balão mexe-se, mas não se consegue encher

    Porquê:

    - A garrafa não está 'vazia', ela está cheia de ar que não se vê mas ocupa espaço
    Informação a reter: O 'ar' existe, não se vê, mas tem volume e ocupa espaço
     

    Experiência 2: Precisamos de respirar?

    É preciso:

    - Palhinha
    - Copo com água

    O que fazer:

    - Pôr a palhinha dentro da água
    - Tapar o nariz e tentar respirar através da palhinha

    Observações esperadas:

    - Não se consegue, falta o ar

    Porquê:

    - Respirar o ar é essencial para vivermos

    Informação a reter: Precisamos de respirar

    Experiência 3: Para onde vai o ar? Vamos construir um pulmão

    É preciso:

    - Palhinha
    - 2 balões
    - 2 elásticos
    - Garrafa de plástico
    - Tesoura
    - Plasticina/cola

    O que fazer:

    - Pôr a palhinha dentro de 1 balão e atar com elástico (bem preso)
    - Cortar garrafa ao meio
    - Pôr a palhinha no gargalo e vedar com cola/plasticina
    - Tapar buraco com balão esticado e prender com elástico
    - Segurar garrafa com palhinha para cima e puxar o balão que tapa a abertura da garrafa

    Observações esperadas:

    - Quando se puxa o balão, o balão no interior aumenta de volume, e quando se larga diminui

    Porquê:

    - Ao puxar o balão, aumenta o volume (espaço) no interior da garrafa, o que faz com que se crie ‘vazio’ e a pressão diminua. Isto faz com que o balão interno também aumente de volume e se encha um pouco. Quando o balão estica, o ar do exterior (através da palhinha) entra no balão interior, quando se larga o balão, o ar sai para o exterior no processo inverso, para manter o equílibro entre a pressão e o volume
    - Este processo é semelhante ao que acontece quando respiramos: a garrafa é o peito, a pallhinha, representa a passagem do ar pelo nariz e boca, o balão interno são os pulmões e o balão esticado é o diafragma, um músculo que contrai e estica sempre que respiramos
    visualizar experiência

    Informação a reter: Processo da respiração e a função do diafragma

    Experiência 4: Qual o volume do meu pulmão?

    É preciso:

    - Garrafa de 1 l
    - Palhinha
    - Tina grande

    O que fazer:

    - Encher completamente a garrafa com água e tapar
    - Encher a tina com água, mergulhar o gargalo na tina e retirar a tampa
    - Pôr um extremo da palhinha dentro da garrafa e soprar do outro extremo com 1 único sopro

    Observações esperadas:

    - A garrafa enche-se parcialmente com ar

    Porquê:

    - O ar ocupa espaço e pressiona a água da garrafa a sair para a tina. O ar mede a capacdade dos pulmões
    - Pode-se graduar a garrafa para medir com exatidão quantos litros de ar os pulmões conseguem ter. Pode-se fazer um concurso para descobrir quem tem o ‘maior’ pulmão
    - O exercício físico faz aumentar a capacidade pulmonar
    visualizar a experiência

    Informação a reter: Os pulmões conseguem ter uma grande capacidade. O exercicio físico faz aumentar a capacidade pulmonar e a resistência

    Experiência 5: Os custos do tabaco

    É preciso:

    -  esponjas duras

    O que fazer:

    - Molhar uma

    Observações esperadas:

    - A esponja molhada é macia e esponjosa, a seca é dura e áspera

    Porquê:

    - É semelhante ao efeito do tabaco nos pulmões
    - Extra: calcular quanto é que 1 fumador gasta por ano em tabaco. Pensar em alternativas para gastar o dinheiro


    Informação a reter: O tabaco prejudica a saúde e causa desperdício económico